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Pulseira de emergência com os dados de quem usa

Proposta de construção do sistema, com os custos envolvidos, as duas formas de leitura e o meu valor.


O que é

Uma pulseira que uma pessoa usa no dia a dia. Se ela passa mal na rua, sofre um acidente ou se perde, quem for socorrer aponta o celular na pulseira e vê na hora quem ela é, o tipo sanguíneo, as alergias, os remédios que toma e o telefone da família.

1 Encontra a pessoa passando mal ou perdida 2 Aponta o celular na pulseira, sem instalar nada 3 Vê os dados e liga SAMU, Bombeiros ou família
Quem socorre não precisa instalar aplicativo, criar conta nem saber senha. A câmera que já vem no celular resolve.

O que aparece na tela de quem socorre

DADOS DE EMERGÊNCIA Maria Aparecida 78 anos SANGUE O+ ALERGIA Dipirona USO CONTÍNUO Losartana, 50mg FILHA Ana, (11) 9xxxx-xxxx Ligar para o SAMU, 192 Bombeiros Polícia Um toque liga, sem digitar número
Exemplo de tela. Os campos são definidos por você e podem mudar conforme o público.

O ponto que faz o negócio funcionar: a pulseira não guarda dado nenhum dentro dela. Ela guarda só um endereço. Os dados ficam numa página que o dono atualiza pelo celular quando quiser. Mudou de telefone, começou remédio novo, trocou de plano de saúde, é só entrar e corrigir. A pulseira nunca precisa ser trocada.


As duas formas de leitura

A pulseira pode ser lida de dois jeitos. Os dois abrem exatamente a mesma tela, a diferença é o custo por unidade e a facilidade na hora de usar.

QR Code

O quadradinho impresso

  • A câmera de qualquer celular lê, do mais simples ao mais caro
  • Custa quase nada por unidade
  • Precisa de luz e de mirar a câmera
  • Se a impressão gastar ou arranhar muito, para de funcionar
NFC

Um chip fino dentro da pulseira

  • É só encostar o celular, sem abrir a câmera
  • Funciona no escuro e não gasta com o tempo
  • Custa alguns reais a mais por unidade
  • Celulares mais simples ou antigos não têm essa função

Minha recomendação: os dois na mesma pulseira. O chip atende quem tem celular novo e dá a impressão de produto caro, e o QR impresso garante que funciona para todo mundo, inclusive para quem tem aparelho básico. A diferença de custo é de poucos reais por unidade.


Por que não é um aplicativo

Essa costuma ser a primeira pergunta, e a resposta é justamente o que faz o produto funcionar.

Quem vai ler a pulseira é um estranho. Um enfermeiro, um policial, ou o motorista que parou para ajudar. Nenhuma dessas pessoas vai baixar um aplicativo e criar uma conta para socorrer alguém que ela nem conhece. Se o sistema dependesse de instalar alguma coisa, ele falharia bem na hora que mais importa.

Quem usa a pulseira também não precisa de aplicativo. Os dados são atualizados pelo navegador do próprio celular. Se quiser, dá para deixar um atalho na tela inicial que abre igual a um aplicativo, sem ter que procurar nada.

E tem o custo. Para publicar nas lojas, a Apple cobra uma anuidade em torno de US$ 99 e a Google cobra uma taxa de cadastro. Além disso, toda correção passa por aprovação das duas antes de chegar ao usuário, o que atrasa ajuste urgente em dias. Seria pagar mais, esperar mais e alcançar menos gente.

Não ter aplicativo aqui não é economia de projeto. É o que garante que a pulseira funcione com qualquer pessoa que apareça para socorrer, com qualquer celular, sem preparo nenhum.


Os custos do negócio

Estes são os custos da operação, separados do meu valor de construção. O sistema em si é barato de manter porque não exige servidor ligado o tempo todo.

ItemQuando pagaValor estimado
Sistema no ar e hospedagemPor mêsR$ 0 no começo
Endereço próprio na internetPor anoR$ 40 a R$ 60
Pulseira em branco, comprando em lotePor unidadeR$ 1 a R$ 5
Impressão do QR CodePor unidadeR$ 0,50 a R$ 2
Chip NFC, se optar por elePor unidadeR$ 1 a R$ 3
Taxa do meio de pagamentoPor venda1% no Pix a 5% no cartão

A hospedagem fica em zero porque o volume inicial cabe no plano gratuito da plataforma, e cada leitura de pulseira consome quase nada. Isso muda só se o produto vender em escala grande, e aí a conta já estará sendo paga pelas vendas.

Para testar as primeiras 10 a 20 pulseiras, o gasto com material fica abaixo de R$ 200.


Meu valor

Duas opções, conforme você queira só ter o sistema funcionando ou já sair vendendo para fora.

Opção 1

R$ 1.500

Valor fixo, sem percentual. Até 10 dias úteis.

  • O sistema funcionando de ponta a ponta
  • A página de emergência que abre ao ler a pulseira
  • Painel para o dono editar os dados pelo celular
  • QR Codes gerados para as primeiras unidades
  • Sem loja e sem pagamento automático
  • Sem endereço próprio na internet

Para quem

Usar na família e testar com poucas pessoas antes de decidir se vira negócio.

Opção 2

R$ 2.000

mais 20% de cada venda

Até 20 dias úteis.

  • Tudo o que está na opção 1
  • Loja no site, com Pix, boleto e cartão
  • Endereço próprio na internet
  • Controle de pedidos e de estoque de pulseiras
  • Geração dos códigos em lote, para mandar imprimir
  • Manutenção e suporte enquanto o percentual valer

Para quem

Vender para fora, não só usar na família.

Por que existe o percentual na opção 2

Os 20% não são pela construção, que já está paga no valor fixo. São por manter o negócio de pé depois de entregue: sistema no ar, correção do que quebrar, ajuste conforme as vendas aparecem e atendimento a quem comprar e não conseguir ativar a pulseira. É trabalho que continua todo mês, então é justo que só exista enquanto eu estiver cuidando dele. Se em algum momento eu parar de cuidar da operação, o percentual deixa de valer.

Como fica a conta numa venda

Exemplo com uma pulseira vendida a R$ 99, que é o preço praticado hoje por quem já vende esse tipo de produto.

VendaR$ 99,00
Taxa do meio de pagamento, estimando cartão a 5%R$ 4,95
Base de cálculo do percentualR$ 94,05
Meus 20%R$ 18,81
Fica com vocêR$ 75,24

Desse valor ainda saem a pulseira em branco, a impressão e o frete. O percentual é calculado sobre o valor da venda já descontada a taxa do pagamento, nunca sobre o preço cheio.


Condições

O que esperar, com franqueza

O sistema pronto não vende sozinho. Ele resolve a parte técnica: a pulseira funciona, a página abre na hora certa, o pagamento entra na conta. Quem traz comprador é a divulgação.

Nos primeiros meses, quem compra é a rede de contatos, não gente que achou na internet. Endereço novo leva de 3 a 6 meses até o Google confiar e mostrar nas buscas. Se a ideia for vender em volume desde o primeiro mês, o caminho é anúncio pago, e isso é um investimento à parte que a gente conversa depois, sem compromisso agora.

Prefiro deixar isso claro antes de você decidir do que explicar na reunião de trinta dias.

Próximo passo

Me diga qual das duas opções faz sentido e eu preparo o escopo detalhado para você aprovar. A partir do aceite e do sinal, começa a contar o prazo.

Guilherme, (11) 96060-5472